Depreciação de bens: O que você precisa saber

Se você faz parte do mundo dos ativos já deve ter ouvido falar sobre depreciação de bens.

Mas, o que muitas pessoas possuem dúvidas é no que realmente significa, como o valor dos seus bens é afetado com isso e se é importante proteger contra a depreciação.

Pensando em te ajudar, trouxemos algumas informações importantes sobre o assunto, para tirar suas dúvidas de uma vez por todas. Confira a seguir e entenda:

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Depreciação: o que significa?



A depreciação está relacionada à perda de valor de um determinado bem por conta do seu uso, da obsolescência comercial ou técnica e também do seu desgaste comum.

É válido lembrar que, mesmo que haja gestão periódica de manutenção desses bens ativos, ainda assim eles podem correr o risco de serem depreciados.

Na contabilidade, a depreciação é registrada como um percentual do valor contábil de um bem que é descontado durante um certo período.

Isso é feito de acordo com a expectativa de vida útil dos bens que compõem o ativo permanente da companhia – que têm utilidade por mais de um ano.

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Como essa depreciação funciona?



A depreciação de bens acontece por conta de vários fatores que podem levar à perda de valor desse bem ativo, seja perda definitiva ou temporária.

Ela pode ser considerada a partir da determinação do seu valor no mercado. Alguns indicadores fiscais podem estar dentro do cálculo também.

A depreciação de bens impacta diretamente no valor dos impostos que uma empresa paga. Isso acontece porque essa depreciação que está envolvida na produção, passa a ser contabilizada como custo para a empresa.

Com isso, ela afeta o cálculo de lucro líquido que uma organização possui. O importante é que o cálculo seja feito com muita atenção, optando sempre por escolher profissionais qualificados para isso.

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O que pode gerar depreciação de bens?


Existem alguns fatores que podem gerar a depreciação de bens, e um dos mais comuns é o tempo de uso de equipamentos. Conforme o tempo passa e quanto mais essas ferramentas são utilizadas, é normal que haja depreciação.

Os veículos são exemplos disso, pois na medida em que eles são utilizados, um desgaste maior pode ser observado, seja no motor, na pintura e em outros componentes que podem comprometer o seu funcionamento adequado.

Nesse mesmo sentido, os bens imóveis também podem sofrer depreciação com o uso, perdendo o seu valor com o passar dos anos.

Como é feito o cálculo da depreciação de bens?


O cálculo da depreciação de bens é feito a partir de uma consultoria de gestão de patrimônios, que considera a depreciação simples e linear.

No caso de ativos imobilizados, ele pode sofrer a diminuição de valor por estar instalado em um local desvalorizado e/ou por não estar em condições de uso, de acordo com o que foi planejado pela empresa. A depreciação é finalizada quando esse bem é direcionado para a venda ou então quando o valor é baixado.

Quando a depreciação de bens está diretamente relacionada às atividades de produção, causando impactos nesses processos, o valor da perda passa a ser contabilizado como um custo para a empresa.

O ideal é sempre procurar por profissionais especializados na área para te orientar sobre o assunto e calcular o valor da depreciação de bens, tirando todas as dúvidas pertinentes ao assunto. Acesse o site e saiba mais sobre gestão patrimonial.

Gestão de ativos por Georreferenciamento: conte com a Integrade

Georreferenciamento


Sabemos que o controle dos bens da empresa é uma necessidade de qualquer empresa, seja sob o ponto de vista das estratégias a serem tomadas ou do ponto de vista contábil, conhecer e ter um controle perfeito dos ativos traz uma série de vantagens muito claras.


Com o controle patrimonial, a empresa tem melhoria do planejamento, rastreabilidade dos ativos, otimização de gastos, aumento de qualidade na entrega e disponibilidade dos serviços e adequações legais para segurança e conformidade com as regulamentações.

Além disso, há uma menor possibilidade de fraudes e furtos por colaboradores mal intencionados e melhoria nas informações que servirão de base para que o gestor tome as decisões mais adequadas. Tudo isso representa maximização de resultados.
Mas como exatamente o georreferenciamento se encaixa na gestão de ativos? Neste artigo do Blog da Integrade você vai conhecer o que é essa ferramenta, como pode ser usada como um diferencial no controle patrimonial, e como a Integrade Consulting pode ser a parceira ideal para que a sua empresa atinja seus objetivos.


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O que é georreferencimento?


Tudo bem, você deve ter chegado até este artigo em busca de informações sobre a gestão de ativos, mas não custa discutirmos a língua portuguesa, já que essa é uma palavra que gera muitas dúvidas sobre sua forma correta.


O correto, desde a última reforma ortográfica, é georreferenciamento, já que a segunda palavra deste termo composto (referenciamento) começa com “r”. Geo-referenciamento (com hífen) e geo referenciamento (com o espaço entre as palavras), são formas incorretas no português formal.


Quanto ao conceito, segundo o dicionário, geolocalização é:
“A ação ou efeito de geolocalizar, de localizar algo ou alguém no espaço. Processo através do qual algo ou alguém pode ser localizado com base em coordenadas geográficas, especialmente a latitude e a longitude, do lugar onde esse objeto ou pessoa em questão estão.”


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O que é o georreferenciamento na gestão de ativos


Há ainda a possibilidade de uso de um sistema de georreferenciamento de dados, que permite a análise, estudos técnicos, jurídicos e ambientais para o planejamento de ações na gestão de imóveis. Uma boa ferramenta, como o Integrade Geographic System (IGS), garante excelentes resultados nessa área.


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Integrade Geographic System (IGS)


A identificação dos limites e vértices consiste em vistoria local do imóvel, a partir dos documentos e plantas existentes fornecidas pelo cliente ou retiradas em cartórios, que mostre a localização das propriedades, permitindo a identificação das áreas adquiridas e escrituradas, bem como, a identificação dos limites com as propriedades de terceiros e as demarcações existentes nas divisas.


Todas essas informações são armazenas pelo IGS, o que permite ao gestor cruzar dados para obtenção de relatórios completos e atualizados, melhorando bastante a capacidade de tomar decisões mais assertivas.


Outro ponto interessante é que o acesso de dados pode ser feito de forma remota. Mesmo que os ativos estejam em uma cidade e o gestor em qualquer outro ponto do mundo, ele de acessar os dados com um smartphone, tablet ou comutador e um ponto de acesso à internet.


Veja mais características do IGS:
• Alteração do acesso principal do lote e controle do ponto de partida da descrição;
• Edição dos dados alfanuméricos;
• Elaboração do memorial descritivo de qualquer elemento geográfico;
• Elaboração dos termos de concessão de uso especial;
• Emissão das etiquetas com os dados dos titulares;
• Gerenciamento total do Programa de Regularização Fundiária.
• Georreferenciamento de perímetro e de parcelas de imóveis rurais;
• Mensuração e materialização de todos os vértices do perímetro dos imóveis rurais;
• Verificação de limites estaduais e faixas de fronteira;
• Medição de rios, córregos, igarapés e estradas de rodagem que sejam limítrofes dos imóveis rurais;
• Confecção da planta geral do imóvel, das planilhas de cálculos de todas as áreas e das monografias dos vértices implantados;
• Fixação de placas modelo padrão INCRA, indicativas da obra;
• Confecção e entrega das peças técnicas (memorial descritivo, plantas das glebas, contendo todos os marcos, planilhas de cálculos, anotação de responsabilidade técnica – ART, emitida pelo CREA, relatórios técnicos resumidos de cada área com número de vértices implantados e área e perímetro).


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Conheça a Integrade Consulting

A Integrade Consulting é uma consultoria com ampla experiência na avaliação de imóveis, que conta com profissionais especializados, com estratégias e softwares modernos e eficientes e trazem as melhores soluções. Ainda tem dúvidas sobre o assunto? Entre em contato com um dos nossos especialistas agora mesmo.

Como recuperar créditos tributários sobre o ativo imobilizado

tributários

O Brasil, convenhamos, tem uma política fiscal bem complicada. São vários os impostos que temos que pagar, tanto como pessoas físicas quanto como pessoas jurídicas. Buscar maneiras para reduzir essa pressão é uma necessidade administrativa e também competitiva.

Há formas de recuperar créditos tributários tanto do ICMS quanto do PIS COFINS sobre o ativo imobilizado. Quer saber mais sobre cada uma dessas modalidades? Fique ligado neste artigo do Blog da Integrade e dê mais um passo em direção da excelência da sua gestão fiscal.

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Recuperação de créditos de ICMS

O ICMS é o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços, um imposto em nível estadual que incide sobre todos os produtos comercializados. Tanto uma bala comprada no balcão da padaria quanto o maquinário usado em uma empresa sofrem com o impacto deste imposto.

Uma parte do valor de tudo o que compramos vai para os cofres públicos via ICMS.O imposto, porém, também incide sobre serviços como o de comunicação ou de transporte intermunicipal ou interestadual de pessoas, bens, mercadorias e valores, entre outros.

Para a recuperação de créditos desse imposto é preciso conhecer o CIAP, o Controle de Crédito do Ativo Permanente. Ele é um documento obrigatório para legalizar o crédito de ICMS decorrente das compras de mercadorias destinadas ao ativo imobilizado.

É importante salientar que o CIAP só vale para bens que estejam diretamente relacionados ao processo de produção, comercialização de mercadorias ou prestação de serviços tributadas pelo ICMS.

Exemplificando, um maquinário que será usado pela indústria para a sua produção pode ser enquadrada no CIAP, assim como um veículo que transporte estes mesmos produtos para fora do município ou do estado de origem.

Outra situação prevista pela legislação pode ser aproveitada pelas empresas: quando a empresa fabrica bens que serão incorporados pelo ativo imobilizado. Nesta situação também é possível recuperar credito do ICMS.

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Recuperação de créditos de PIS/COFINS

O PIS é o Programa de Integração Social e o COFINS É A Contribuição para Financiamento da Seguridade Social. Esses dois impostos estão previstos na Constituição Federal em seus artigos 195 e 239.

Ambos incidem sobre a receita bruta de todas as empresas, com exceção daquelas regidas pelas regras do MEI e do SIMPLES Nacional. Os seja, microempreendedores individuais e empresas de pequeno porte, estão “salvas” desses impostos.

Para aquelas empresas que precisam arcar com o custo desses impostos há a possibilidade de descontar créditos referentes aos encargos de depreciação e amortização, incorridos no mês.

Esses descontos devem ser relativos a máquinas, equipamentos e outros bens incorporados ao ativo imobilizado, adquiridos a partir de maio de 2004, para utilização na produção de bens destinados à venda, ou na prestação de serviços.

Em outras palavras, é possível obter descontos no PIS /COFINS quando há investimentos em máquinas, equipamentos e outros bens incorporados ao ativo imobilizado. Esses créditos são uma forma de fomentar a produção de bens destinados à venda e a prestação de serviços.

As regras para o uso dos créditos estão previstas nas leis nº 10.637/2002 e nº 10.833/2003, que também autoriza descontos em depreciação e amortização de edificações e benfeitorias em imóveis, próprios ou de terceiros, utilizados pela empresa. 

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Faça uso de incentivos fiscais

Outra forma de melhorar a gestão fiscal é utilizando uma série de benefícios fiscais oferecidos pelas esferas municipal, estadual e federal do poder público. Os incentivos fiscais são um grupo de políticas econômicas dos diversos níveis de governo com o objetivo de facilitar a chegada de capitais a uma determinada área.

Isso acontece por uma questão estratégica do poder público, que busca fomentar investimentos em uma determinada região ou área da tecnologia e, para isso, abre mão de alguns impostos para que as empresas possam operar de forma a atingir esses objetivos.

Empresários e gestores experientes buscam esses incentivos de forma a utilizá-los como uma enorme vantagem competitiva. A região ganha ao aquecer a sua economia e criar empregos e as empresas pagam menos tarifas (ou até não paga uma determinada taxa).

Buscar parceiros que conheçam esses benefícios e que possam auxiliar na busca pelos créditos de ICMS e PIS/COFINS vale a pena.

A Integrade Consulting é uma consultoria com ampla experiência na gestão fiscal, que conta com profissionais especializados, com estratégias e softwares modernos e eficientes e trazem as melhores soluções para a sua gestão.

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Ativos intangíveis: como é feito o reconhecimento contábil de bens imateriais

ativos intangiveis

É hora de falarmos de ativos intangíveis e seu reconhecimento contábil. Antes disso, pense por um momento em tudo o que a sua empresa possui. Veículos, imóveis, maquinário, bens de informática e muito mais. Além de todos esses bens físicos, você não pode esquecer daquilo que não é material.

Quando o ativo é tangível, é relativamente simples imaginar o quanto ele vale. Tudo o que compramos tem um preço inicial e, com o passar do tempo, esse valor vai caindo devido a um processo natural de depreciação. Há regras contábeis para mensurar essa desvalorização.

No entanto, quando o bem não é tangível, algo que existe apenas no plano das ideias, como podemos definir um valor? E mais: como o tempo age sobre ele e como podemos fazer um reconhecimento contábil desse bem?

Existem regras para isso. Acompanhe este artigo do Blog da Integrade e saiba como fazer o perfeito controle dos seus ativos intangíveis.

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O que são os bens imateriais?

Em primeiro lugar, é importante entender bem o que é o ativo intangível de uma empresa. Ele é o conjunto de bens não materiais, ou seja, aqueles que não são físicos e não podem ser tocados.

Apesar de não existirem fisicamente, os ativos intangíveis também são importantes para o funcionamento perfeitos dos processos corporativos. Eles são parte fundamental de uma empresa e suas operações.

Imagine uma empresa que não tenha uma marca. Ela é altamente necessária para o reconhecimento do público e pode chegar a um valor imenso. Só para se ter uma ideia dessa importância, as marcas mais valiosas do mundo em 2021, segundo estudo BrandZ, da consultoria Kantar, são:

1 – Amazon – US$ 684 bilhões

2 – Apple – US$ 612 bilhões

3 – Google – US$ 458 bilhões

4 – Microsoft – US$ 410 bilhões

5 – Tencent – US$ 240 bilhões

6 – Facebook – US$ 226 bilhões

7 – Alibaba – US$ 196 bilhões

8 – Visa – US$ 191 bilhões

9 – McDonald’s – US$ 154 bilhões

Note que a marca pode chegar, no caso dessas empresas gigantescas, a dezenas e até centenas de bilhões de dólares. É lógico que não podemos desprezar isso. No entanto, a marca é apenas parte dos ativos intangíveis.

Também fazem parte deste grupo patentes, tecnologias desenvolvidas, direitos autorais, softwares, fórmulas ou receitas, know-how e, claro, a carteira de clientes e os recursos humanos, entre outros.

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Reconhecimento contábil dos bens imateriais

Ativos tangíveis e intangíveis são tratados de forma distinta do ponto de vista contábil. Por exemplo, enquanto a redução no valor dos ativos tangíveis por ação do tempo é conhecida como depreciação, esse fenômeno dos ativos intangíveis é chamado de amortização.

A existência física possibilita que ativos tangíveis sejam utilizados como garantia sem negociações ou transações bancárias, como um empréstimo. Já o ativo intangível dificilmente terá esse papel. Isso acontece porque o bem físico pode (em geral) ser facilmente comercializado. Já quando falamos de um bem imaterial a venda dele é bem mais difícil.

Os ativos intangíveis também devem constar no controle de patrimônio da empresa e, desde 2007, a Lei 11.638 indica que eles precisam ser alocados como “ativos não circulantes” (com a criação do subgrupo “Intangível” no Permanente). Conhecer essa especificação legal e realizar o lançamento correto desses bens é garantia para o melhor controle contábil, financeiro e econômico do seu negócio.

Sem dúvida, o grande desafio é realizar a mensuração de alguns itens, como marcas e até a própria carteira de clientes. Esses são ativos que podem representar o grande diferencial da sua empresa e saber como avaliá-los corretamente é essencial. Por isso, o trabalho de controle patrimonial é tão importante e merece sua atenção especial.

Outro detalhe interessante. Alguns ativos intangíveis, como softwares, podem se tornar obsoletos com o passar do tempo e o surgimento de novas tecnologias. Mais uma vez, cabe à gestão de patrimônio a correta contabilização destes valores.

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Otimize o seu controle patrimonial

A correta gestão dos ativos intangíveis é um fator estratégico para o sucesso de um negócio a longo prazo. O gestor mais cuidadoso precisa aprender a mensurar o valor do bem imaterial, assim como fazer a correta contabilização do mesmo.

Para isso é necessário conhecimento sobre as leis e pronunciamentos técnicos que regulam esses ativos, como a lei 11.638 e o CPC 04. Ter experiência nessa área pode poupar o gestor de muitas dores de cabeça.

Se você procura um parceiro que tenha esse know-how, é hora de conhecer a Integrade Consulting, uma empresa de referência no campo da gestão patrimonial.

Ainda tem dúvidas sobre o assunto? Entre em contato com um de nossos especialistas agora mesmo e aperfeiçoe o controle dos seus ativos.

Métodos usados para Avaliação de Bens Móveis


O foco deste tipo de avaliação são bens como veículos (desde carros passando por caminhões, embarcações e até aeronaves), móveis e utensílios, computadores, notebooks e demais equipamentos de informática, máquinas e equipamentos, moldes e matrizes.


Todo laudo de avaliação de máquinas, equipamentos, instalações e bens industriais para fins de direito, devem ter como fundamentação as normas técnicas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). Especificamente para os bens móveis, é preciso seguir as normas técnicas NBR 14653-5 (veja o campo “Avaliação de bens – Parte 5: Máquinas, equipamentos, instalações e bens industriais em geral”).
Além disso, é preciso conhecer em detalhes a Lei 11.638, que permite o ajuste dos bens do ativo imobilizado, desde que baseado em laudo de avaliação desenvolvido por empresa especializada em elaboração de Laudos de Avaliação Patrimonial.


Um detalhe importante para explicar esse ajuste é que a ação do tempo tem um impacto direto sobre o valor do patrimônio de toda empresa. Qualquer equipamento ou veículo passa por um processo de depreciação. Ou seja, o valor de hoje deste patrimônio não é igual ao valor que ele terá no próximo ano. Assim, ajustes são necessários com o passar dos meses.

Os métodos avaliatórios são definidos através de três enfoques básicos de metodologia de Avaliação:
● Método Comparativo
● Método de Custo
● Método de Renda.


Vamos conhecer cada um deles? O Blog da Integrade preparou este artigo para que você conheça mais sobre o assunto e saiba tirar proveito dessa avaliação, que também pode ser considerada como uma excelente ferramenta de gestão. Acompanhe!


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Método Comparativo


Para encontrarmos o valor de um determinado bem é preciso criar parâmetros claros para esse objetivo. Um exemplo é a comparação de um determinado ativo com outro com as mesmas características. Esse método avaliatório é conhecido como Método Comparativo.


Claro, para usarmos esse método é preciso um estudo de um conjunto amplo de dados, de forma que possamos estatisticamente usá-los como uma amostra de mercado.


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Método do Custo


Também é possível usar para a Avaliação de Bens Móveis o Método de Custo, que consiste na mensuração do valor necessário para reposição de um determinado bem, através de orçamentos detalhados.


Em outras palavras, quanto precisaria ser pago para a construir o mesmo patrimônio já existente na empresa se fossemos comprar os bens nesse momento?


Para se chegar a um valor real, é preciso trabalhar com cotações ou analíticos. Levar em conta a depreciação de cada ativo é outro fator de fundamental importância.


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Método de Renda


No Método de Renda o olhar é oposto. Ao invés de observarmos o quanto gastaríamos para comprar o conjunto de bens, olhamos para o quanto ganharíamos se vendêssemos os bens móveis.


O Método da Renda, então, que se baseia em valorar o bem a partir da sua possibilidade de receita futura. Neste caso, a Avaliação dos bens Móveis é uma reflexão sobre a valoração econômica dos ativos


A melhor Avaliação de Bens Móveis


Qual é o método mais adequado para cada caso? Bom, essa é uma pergunta que depende de uma série de fatores. Seja qual for a resposta, é preciso entender que a Avaliação de Bens Móveis é uma ferramenta que pode auxiliar (e muito) na tomada de decisão de qualquer gestor.

É sabido que quando o gestor conhece a fundo o objeto de sua gestão, as chances de erros nas decisões são bem menores. É como um jogador de xadrez que te uma visão geral do tabuleiro de jogo, e não apenas de uma parte dele.


Outro ponto de fundamental importância é a escolha do profissional que irá preparar a Avaliação de Bens Móveis. Esse especialista precisa estar devidamente registrado no CREA (Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia) e, como já citamos, atender a todas as exigências da Lei 11.638 e da NBR 14.653 da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).


Uma empresa de consultoria é uma ótima opção para quem busca esse tipo de serviço. Esse é o caso da Integrade Consulting, que oferece serviços de Avaliação de Bens Móveis perfeitos para você.

A Integrade conta com profissionais com ampla experiência e que estão em constante processo de atualização para conhecer as técnicas e métodos mais modernos para oferecer os melhores serviços. A consultoria também conta com ferramentas tecnológicas que modernizam todo o processo de gestão.


Se você ainda tem dúvidas sobre o assunto, entre em contato com um de nossos especialistas agora mesmo e dê faça a mais perfeita Avaliação de Bens Móveis.

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