Depreciação de bens: O que você precisa saber

Se você faz parte do mundo dos ativos já deve ter ouvido falar sobre depreciação de bens.

Mas, o que muitas pessoas possuem dúvidas é no que realmente significa, como o valor dos seus bens é afetado com isso e se é importante proteger contra a depreciação.

Pensando em te ajudar, trouxemos algumas informações importantes sobre o assunto, para tirar suas dúvidas de uma vez por todas. Confira a seguir e entenda:

Leia também! Entenda a classificação de bens patrimoniais

Depreciação: o que significa?



A depreciação está relacionada à perda de valor de um determinado bem por conta do seu uso, da obsolescência comercial ou técnica e também do seu desgaste comum.

É válido lembrar que, mesmo que haja gestão periódica de manutenção desses bens ativos, ainda assim eles podem correr o risco de serem depreciados.

Na contabilidade, a depreciação é registrada como um percentual do valor contábil de um bem que é descontado durante um certo período.

Isso é feito de acordo com a expectativa de vida útil dos bens que compõem o ativo permanente da companhia – que têm utilidade por mais de um ano.

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Como essa depreciação funciona?



A depreciação de bens acontece por conta de vários fatores que podem levar à perda de valor desse bem ativo, seja perda definitiva ou temporária.

Ela pode ser considerada a partir da determinação do seu valor no mercado. Alguns indicadores fiscais podem estar dentro do cálculo também.

A depreciação de bens impacta diretamente no valor dos impostos que uma empresa paga. Isso acontece porque essa depreciação que está envolvida na produção, passa a ser contabilizada como custo para a empresa.

Com isso, ela afeta o cálculo de lucro líquido que uma organização possui. O importante é que o cálculo seja feito com muita atenção, optando sempre por escolher profissionais qualificados para isso.

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O que pode gerar depreciação de bens?


Existem alguns fatores que podem gerar a depreciação de bens, e um dos mais comuns é o tempo de uso de equipamentos. Conforme o tempo passa e quanto mais essas ferramentas são utilizadas, é normal que haja depreciação.

Os veículos são exemplos disso, pois na medida em que eles são utilizados, um desgaste maior pode ser observado, seja no motor, na pintura e em outros componentes que podem comprometer o seu funcionamento adequado.

Nesse mesmo sentido, os bens imóveis também podem sofrer depreciação com o uso, perdendo o seu valor com o passar dos anos.

Como é feito o cálculo da depreciação de bens?


O cálculo da depreciação de bens é feito a partir de uma consultoria de gestão de patrimônios, que considera a depreciação simples e linear.

No caso de ativos imobilizados, ele pode sofrer a diminuição de valor por estar instalado em um local desvalorizado e/ou por não estar em condições de uso, de acordo com o que foi planejado pela empresa. A depreciação é finalizada quando esse bem é direcionado para a venda ou então quando o valor é baixado.

Quando a depreciação de bens está diretamente relacionada às atividades de produção, causando impactos nesses processos, o valor da perda passa a ser contabilizado como um custo para a empresa.

O ideal é sempre procurar por profissionais especializados na área para te orientar sobre o assunto e calcular o valor da depreciação de bens, tirando todas as dúvidas pertinentes ao assunto. Acesse o site e saiba mais sobre gestão patrimonial.

Como recuperar créditos tributários sobre o ativo imobilizado

tributários

O Brasil, convenhamos, tem uma política fiscal bem complicada. São vários os impostos que temos que pagar, tanto como pessoas físicas quanto como pessoas jurídicas. Buscar maneiras para reduzir essa pressão é uma necessidade administrativa e também competitiva.

Há formas de recuperar créditos tributários tanto do ICMS quanto do PIS COFINS sobre o ativo imobilizado. Quer saber mais sobre cada uma dessas modalidades? Fique ligado neste artigo do Blog da Integrade e dê mais um passo em direção da excelência da sua gestão fiscal.

Leia também! Recuperação de créditos de ICMS: você pode ter recursos a receber!

Recuperação de créditos de ICMS

O ICMS é o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços, um imposto em nível estadual que incide sobre todos os produtos comercializados. Tanto uma bala comprada no balcão da padaria quanto o maquinário usado em uma empresa sofrem com o impacto deste imposto.

Uma parte do valor de tudo o que compramos vai para os cofres públicos via ICMS.O imposto, porém, também incide sobre serviços como o de comunicação ou de transporte intermunicipal ou interestadual de pessoas, bens, mercadorias e valores, entre outros.

Para a recuperação de créditos desse imposto é preciso conhecer o CIAP, o Controle de Crédito do Ativo Permanente. Ele é um documento obrigatório para legalizar o crédito de ICMS decorrente das compras de mercadorias destinadas ao ativo imobilizado.

É importante salientar que o CIAP só vale para bens que estejam diretamente relacionados ao processo de produção, comercialização de mercadorias ou prestação de serviços tributadas pelo ICMS.

Exemplificando, um maquinário que será usado pela indústria para a sua produção pode ser enquadrada no CIAP, assim como um veículo que transporte estes mesmos produtos para fora do município ou do estado de origem.

Outra situação prevista pela legislação pode ser aproveitada pelas empresas: quando a empresa fabrica bens que serão incorporados pelo ativo imobilizado. Nesta situação também é possível recuperar credito do ICMS.

Leia também! Como recuperar o credito do ICMS sobre o ativo imobilizado

Recuperação de créditos de PIS/COFINS

O PIS é o Programa de Integração Social e o COFINS É A Contribuição para Financiamento da Seguridade Social. Esses dois impostos estão previstos na Constituição Federal em seus artigos 195 e 239.

Ambos incidem sobre a receita bruta de todas as empresas, com exceção daquelas regidas pelas regras do MEI e do SIMPLES Nacional. Os seja, microempreendedores individuais e empresas de pequeno porte, estão “salvas” desses impostos.

Para aquelas empresas que precisam arcar com o custo desses impostos há a possibilidade de descontar créditos referentes aos encargos de depreciação e amortização, incorridos no mês.

Esses descontos devem ser relativos a máquinas, equipamentos e outros bens incorporados ao ativo imobilizado, adquiridos a partir de maio de 2004, para utilização na produção de bens destinados à venda, ou na prestação de serviços.

Em outras palavras, é possível obter descontos no PIS /COFINS quando há investimentos em máquinas, equipamentos e outros bens incorporados ao ativo imobilizado. Esses créditos são uma forma de fomentar a produção de bens destinados à venda e a prestação de serviços.

As regras para o uso dos créditos estão previstas nas leis nº 10.637/2002 e nº 10.833/2003, que também autoriza descontos em depreciação e amortização de edificações e benfeitorias em imóveis, próprios ou de terceiros, utilizados pela empresa. 

Leia também! Use os incentivos fiscais e reduza a carga tributária da sua empresa

Faça uso de incentivos fiscais

Outra forma de melhorar a gestão fiscal é utilizando uma série de benefícios fiscais oferecidos pelas esferas municipal, estadual e federal do poder público. Os incentivos fiscais são um grupo de políticas econômicas dos diversos níveis de governo com o objetivo de facilitar a chegada de capitais a uma determinada área.

Isso acontece por uma questão estratégica do poder público, que busca fomentar investimentos em uma determinada região ou área da tecnologia e, para isso, abre mão de alguns impostos para que as empresas possam operar de forma a atingir esses objetivos.

Empresários e gestores experientes buscam esses incentivos de forma a utilizá-los como uma enorme vantagem competitiva. A região ganha ao aquecer a sua economia e criar empregos e as empresas pagam menos tarifas (ou até não paga uma determinada taxa).

Buscar parceiros que conheçam esses benefícios e que possam auxiliar na busca pelos créditos de ICMS e PIS/COFINS vale a pena.

A Integrade Consulting é uma consultoria com ampla experiência na gestão fiscal, que conta com profissionais especializados, com estratégias e softwares modernos e eficientes e trazem as melhores soluções para a sua gestão.

Ainda tem dúvidas sobre o assunto? Entre em contato com um de nossos especialistas agora mesmo.

O que é Patrimônio Líquido

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O que é Patrimônio Líquido: conheça a análise de PL

O conceito de Patrimônio Líquido faz parte da nossa vida, quer você já o conheça ou não. Uma vez que se saiba disso é possível tirar muitas vantagens dele a partir da análise de PL, já que é possível analisar a evolução da saúde financeira ao longo do tempo.

O mais interessante é que a análise de PL pode ser feita tanto nas finanças pessoais quanto nas empresariais, estudando como vai o patrimônio em relação às dívidas e colocando os números em perspectiva para encontrar melhores tomada de decisão.

Nós da Integrade Consulting estamos ao seu lado para facilitar a sua vida e escrevemos este artigo para explicar exatamente o que é o patrimônio líquido, o que é a análise de PL, quais são as suas vantagens e como fazer o seu cálculo. Acompanhe!

Conheça o Patrimônio líquido da sua empresa

O patrimônio líquido é um dos indicadores mais importantes do balanço patrimonial de uma empresa. Ele é um indicador poderoso de como vai a saúde da organização, apesar de ser uma conta aparentemente simples: a diferença entre os passivos e ativos da empresa. Ou, explicando melhor:

Patrimônio líquido = ativos – passivos.

  • Ativos – Tudo o que a empresa tem como patrimônio ou direito. Este grupo é composto por móveis, imóveis, veículos, dinheiro em caixa, mercadorias, aplicações financeiras, duplicadas a receber, patentes, direitos autorais e outros;

  • Passivos – São as responsabilidades que a empresa precisa arcar para o seu funcionamento, como folha de pagamento, impostos, financiamentos, empréstimos bancários, duplicatas a pagar, aluguéis, demais contas, entre outros.
  • Veja bem, o resultado positivo do patrimônio líquido é um indicativo sólido da saúde financeira da empresa e, obviamente, é um dado importantíssimo para a atração de possíveis investidores.

    Qualquer empresa que tenha o capital aberto é obrigada a compartilhar as demonstrações financeiras, de forma padronizada pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários). Ou seja, para essas empresas, a divulgação do patrimônio Líquido é também uma obrigação legal.

    Quando falamos de empresas, especialmente as de capital aberto na bolsa, os demonstrativos contábeis são parte essencial na gestão financeira. E mesmo que o seu capital não seja aberto, ainda há muitas vantagens ao analisar este indicador.

    O que é a análise de PL?

    Se você está fazendo uma leitura atenta, percebeu que no início deste artigo dissemos que a análise de PL é capaz de mostrar com clareza a evolução financeira de uma empresa ao longo do tempo.

    Note que o Patrimônio Líquido é um indicador que está sempre se renovando. A cada novo aporte, a cada nova conta que é paga, o número se altera. Agora coloque isso em perspectiva de digamos, alguns anos.

    Qual foi a evolução neste período do patrimônio líquido? Ele cresceu ou diminuiu? Houve aumento do endividamento? Houve acréscimo de ativos?

    Este estudo da evolução ao longo do tempo dá condições ao gestor entender quais decisões deram mais ou menos resultado, e o impacto que elas tiveram sobre a saúde financeira da empresa. Trata-se de um indicador poderoso.

    O mesmo conceito pode ser aplicado em relação às finanças pessoais de qualquer um de nós. Da mesma maneira como comparamos ativos e passivos da empresa, podemos fazer isso com os nossos patrimônios e contas a pagar. A saúde financeira da família toda agradece!

    Quais outros indicadores preciso conhecer?

    O patrimônio líquido também é conhecido como o capital próprio da empresa e nada mais é, de forma bem básica, do que a diferença entre o que a empresa tem e o que ela deve. Ele é um indicador sólido da saúde financeira da empresa, mas não é o único.

    Alguns dos principais são os indicadores fundamentalistas, dados que também mensuram a saúde de uma empresa e a sua capacidade de gerar lucro. Veja alguns exemplos:

  • Margem Bruta – É a porcentagem de lucratividade de uma empresa após o pagamento de todos os custos de produção e processos.

  • Margem EBITDA – Também é conhecida como LAJIDA (Lucros Antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização). É o lucro das atividades operacionais da empresa, sem levar em consideração os impostos e pendências financeiras.

  • Margem Líquida – É o lucro por unidade vendida, descontando despesas.

  • ROIC (Return on Invested Capital) – Este indicador mostra de forma percentual o retorno sobre capital investido em determinado negócio.

  • ROE (Return on Equity) – demonstra a relação entre o lucro de uma empresa e o seu patrimônio líquido.
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    A Integrade Consulting é uma empresa especializada em controle patrimoninal e avaliação, com uma solução completa para gestão patrimonial de bens. Entre em contato com um de nossos consultores especializados. E agende uma visita comercial para conhecer melhor o que nossos profissionais podem fazer pelos processos e sistemas de sua empresa. Conheça também nossas soluções e viste nosso Site Institucional.

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    Como fazer o balanço patrimonial

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    Faça o balanço patrimonial da sua empresa agora

    O balanço patrimonial é um ótimo indicador da saúde de uma empresa. Ele é um documento que demonstra com exatidão quais são os ativos e passivos do negócio, que tem em detalhes a listagem dos bens, das dívidas e dos lucros, chegando ao patrimônio líquido. É, sem dúvidas, um instrumento muito eficaz para o gestor.

    Sabemos que indicadores consistentes são ferramentas mais do que necessárias para que as tomadas de decisão sejam feitas com mais segurança, então o balanço patrimonial não é apenas um detalhe burocrático. Na verdade, ele é uma necessidade.

    Se você procurou o blog da Integrade em busca de mais informações, não vai se decepcionar. Siga lendo este artigo, encontre as principais informações sobre o balanço patrimonial e fique à vontade para conhecer mais sobre outros temas importantes para a sua empresa.

    O que é o balanço patrimonial e qual é a sua função?

    Este tipo de balanço é um relatório financeiro que demonstra o momento contábil e econômico vivido pela empresa. Também conhecido como balanço contábil, este documento contém a relação dos bens, de recursos, investimentos e as dívidas.

    A partir do momento que o administrador tem todos estes dados, consegue enxergar de forma muito mais profunda a capacidade que a empresa tem de gerar lucros.

    É hora de investir em expansão ou de cortar gastos? Novos equipamentos são necessários ou apostar em manutenção dos antigos é a decisão mais correta? Posso contratar novos funcionários?

    Cada uma dessas perguntas tem no balanço patrimonial as melhores respostas. Um gestor com experiência está sempre em busca de mais informações e vai encontra-las neste documento.

    Balanço patrimonial conceitos gerais

    Antes de mais nada é necessária uma breve explicação sobre o que são os ativos, e o patrimônio líquido de uma empresa.

  • Ativos – Neste grupo estão todos os bens da empresa, ou seja, tudo o que ela possui e controla. Note que estes bens podem ser tangíveis (como móveis, máquinas, veículos e a própria sede) ou intangíveis (como marcas, softwares, patentes, etc).

  • Passivos – Despesas, dívidas, taxas e demais obrigações financeiras são necessárias para o funcionamento de qualquer corporação e elas fazem parte do passivo.

  • Patrimônio Líquido – Em uma conta simples, o patrimônio líquido é a diferença entre os valores do ativo e do passivo da empresa, ou seja, tudo o que a entidade possui menos o que ela gasta.
  • A expressão matemática é bem simples: Patrimônio líquido = Ativos – Passivos. No entanto, há alguns outros conceitos que precisam ser entendidos antes de pegar a calculadora.

    Por exemplo, preste muita atenção ao ativo circulante, o grupo de direitos e bens com o maior grau de liquidez de uma empresa. Em outras palavras, é tudo o que pode ser rapidamente convertido em dinheiro em uma operação ou em um ciclo de negociações.

    Mais um detalhe: quando falamos em ativos, não podemos nos esquecer do que a empresa ainda não recebeu. Imagine que uma grande venda foi feita e uma duplicata foi emitida, mas este recurso ainda não foi recebido. Este valor também entra na seção de ativos do balanço.

    Da mesma forma, as duplicatas que a corporação porventura tenha a pagar deve constar no campo de passivos, assim como impostos, aluguéis, salários de funcionários. Ou seja, tudo o que é pago para que a operação funcione.

    Empresas que mantém um planejamento tributário perfeito têm uma vantagem considerável no momento em que o balanço patrimonial estiver sendo realizado, uma vez que elas já sabem com antecedência quais serão os gastos necessários para o pagamento de taxas e impostos. Contabilidade organizada é a chave para a saúde financeira.

    Balanço patrimonial passo a passo

    Agora que já sabemos o que são ativos tangíveis, ativos intangíveis, passivos e patrimônio líquido, é hora de abrir as planilhas.

    Ao término do exercício (todo ano), há o levantamento de um balancete de verificação. Se você não está habituado com termos contábeis, o balancete contém débitos, créditos e saldos da empresa. O balancete pode ser patrimonial ou de Demonstração de Resultado do Exercício.

    É normal que ocorram variações nos valores lançados durante os meses de um ano e por isso este balancete de verificação se torna uma etapa fundamental do processo, eliminando possíveis distorções.

    Com os valores verificados, é hora da conciliação, que consiste na comparação dos saldos contábeis com fontes externas, como extratos bancários e notas fiscais. Se houver diferença, é necessária a reavaliação.

    Com todos os números conferidos e corrigidos é hora de fazer as contas, a análise dos resultados e verificar quais foram os lucros ou os prejuízos.

    Muito complicado? Talvez realmente seja para quem não tem um departamento de contabilidade consolidado. Mesmo para essas empresas, há soluções.

    A Integrade Consulting pode te ajudar a obter todos esses benefícios.

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    Novas Atualizações do CPC 06

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    O conceito de CPC 06

    O CPC 06 é a norma contábil equivalente ao IFRS 16, que refere-se às operações de arrendamento mercantil. No Brasil, o arrendamento mercantil surgiu na década de 60 e desde então vive em uma crescente evolução, tendo a CPC 06 como a norma contábil mais recente para as operações de arrendamento.

    Esta norma fala sobre contratos de arrendamento em geral, também conhecida por alguns, como locações financeiras. No inglês, o arrendamento mercantil é tratado como “leasing”, termo que também é muito utilizado pelos profissionais no Brasil.

    O CPC é aplicável a todos os arrendamentos, incluindo arrendamentos de ativos de direito de uso em subarrendamento, exceto em operações que envolvam direitos de exploração de recursos não renováveis, de minerais, petróleo, gás natural, ativos biológicos e entre outros.

    O arrendamento pode ser definido como o processo que identifica quem controla o direito e uso do ativo, em outras palavras, o arrendamento é a negociação por meio da qual uma pessoa cede à outra o uso de um bem por um período determinado, mediante ao pagamento, normalmente em um período mensal.

    Considera-se como arrendador aquele que é o proprietário do objeto arrendado e que cede os direitos de uso ao arrendatário. Esse, por sua vez, é quem irá usufruir o bem em questão, e consequentemente, será o então responsável pelo pagamento desse bem. O IFRS 16 se correlaciona com o CPC 06 (R2), justamente, por ser regulado no Brasil pelo Pronunciamento Técnico, que como concedido, fazia a distinção entre os arrendamentos.

    Ao longo de sua vigência havia dois tipos de arrendamentos: financeiro e operacional.

    No caso do arrendamento financeiro a empresa arrendatária deveria reconhecer o item arrendado em seu balanço patrimonial (ativo e passivo), e acabavam trazendo a depreciação e encargos relacionados, que também eram reconhecidos em sua Demonstração do Resultado do Exercício, também conhecida como DRE, um documento contábil de demonstração, cujo objetivo é detalhar a formação do resultado líquido de um exercício pela confrontação das receitas.

    Já o arrendamento operacional, a empresa não reconhecia o item em seu ativo e passivo, mas tinha como base, apropriar as despesas de arrendamento (no caso, suas parcelas) como se fosse um pagamento de despesa de aluguel, classificando o contrato como um aluguel.

    Tudo que você precisa saber sobre as novas atualizações

    A norma foi emitida em 2017, mas com entrada em vigor para essas alterações passou a valer desde o primeiro dia do ano de 2019.

    Esta norma internacional contábil está responsável por estipular regras referentes à contabilização de locações, sendo que através dela, foi estabelecido uma maneira diferente para contabilizar os arrendamentos operacionais e os financeiros, que antes eram observados separadamente.

    As novas mudanças nessa atualização da norma trouxeram impactos importantes e de grande alcance sobre os balanços e a gerenciamento dos negócios, especialmente para as companhias arrendatárias.

    Podemos dizer que a classificação desses contratos de acordo com as novas normas são uma das maiores, se não, a maior, mudança contábil dos últimos anos, pois muitos itens contabilizados até então como aluguel, desde do início de 2019, passaram a ter sua contabilização alterada.

    A intenção das alterações é evidenciar os conceitos e mudanças sobre as formas de reconhecimento do arrendamento mercantil nas demonstrações financeiras tanto no arrendatário como arrendador e Identificar as alterações significativas e a influência nas demonstrações e índices financeiros.

    A partir da implantação do novo padrão contábil, as diferenças do leasing em relação a outras modalidades de “arrendamento” deixarão de existir. Essas modalidades, portanto, passou a ter o mesmo tratamento.

    Comparativo CPC 06! Veja o que mudou

    O que o CPC 06 trouxe de inovação para arrendamento mercantil? Basicamente, é a contabilização no arrendatário. Para o contabilizador, a contabilização continua existindo entre o financeiro e o operacional.

    Antes da revisão número dois (R2), o arrendatário tinha como concepção no arrendamento financeiro a contabilização no ativo imobilizado, onde situava-se que o imobilizado estava vinculado aos bens corpóreos, inclusive aqueles que transfiram os benefícios, riscos e controle desses bens.

    Enquanto, o arrendamento mercantil operacional era lançado como despesa. Posteriormente à publicação do CPC 06 (R2), com vigência em 2019, os contratos de arrendamento operacional devem ser reconhecidos como ativos de acordo com critérios de caracterização de direito de uso.

    Neste contexto, com a vigência da CPC 06 (R2), para o arrendatário não há mais essa classificação entre o operacional e o financeiro.

    Atualmente, será classificado tanto o arrendamento operacional, quanto o arrendamento financeiro, no ativo não circulante imobilizado. As modificações aconteceram em função da comparabilidade, ou seja, sua característica qualitativa de melhoria nos sistemas burocráticos da ação comparativa.

    No contexto econômico global, as convergências das normas internacionais de contabilidade surgem para suprir a necessidade vigente de informações mais transparentes aos usuários das informações contábeis. Essa prática foi tomada para a tentativa de uma harmonização internacional de práticas contábeis como forma de facilitar a tomada de decisão quanto à alocação de capitais e de investimentos.

    Ainda existe muito debate em torno das novas vigências e dos breves resultados apresentados até o momento. Para alguns especialistas, a implantação do CPC 06 (R2) ainda não foi tão significativo, visto que o montante de ativos oriundo de contratos de arrendamentos operacionais é baixo em relação ao ativo total da empresa.Todavia, práticas contábeis requeridas pelo do CPC 06 (R2) exigiu mudanças relevantes na elaboração das informações contábeis, principalmente quanto ao reconhecimento, mensuração e evidenciação desses ativos na estrutura organizacional.

    Isso consegue deixar ainda mais evidente, que o impacto do CPC 06 (R2) é dependente do segmento econômico de atuação das organizações, e que podem demandar maior utilização de ativos de direito de uso como suporte às operações.

    De fato, é de extrema importância estudos atualizados sobre o novo padrão de operações de arrendamento mercantil. É esperado que o tema ganhe mais visibilidade dentro do cenário mundial, possibilitando contínuos estudos e discussões desse campo, que é de fundamental importância para todo o setor contábil.

    Por fim, as empresas devem atentar-se para o gerenciamento dessas informações de uma maneira transparente, e adequar-se ao quesitos contábeis perante suas atualizações na norma, garantindo seus direitos, mantendo um acompanhamento e organização estruturada da vida financeira da empresa.

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